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A nova era dos Dados – Big Data :-)

Olá pessoal e ai como vocês estão?

Hoje dediquei um tempinho para falar de um assunto que nem todo mundo conhece mais que já está bombando nas redes sociais, sim hoje vamos falar de Big Data \o/

Em diversos eventos tenho visto o pessoal comentando sobre Big Data uns acabam associando a expressão a cenários que apenas possuem um grande volume de dados, outros a cenários específicos como processamento em tempo real “streaminsight” ou ainda monitoramento nas redes socias, tais como twitter, facebook e etc.

O fato é que trata-se na verdade de um conceito que passa por algumas considerações, entre elas a questão dos 3 grandes “V’s”  aqui estamos falando de Volume, Variedade e Velocidade em alguns cenários chega a aparecer um 4° V que seria o “Valor” resultado dos 3 V’s anteriores.

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O primeiro “V” que é o de volume e como o próprio nome já indica está associado ao volume de dados que é produzido em um ambiente, uma estatatística bastante interessante do IDC aponta que até a próxima década os dados vão aumentar cerca de 44 à 46 vezes mais, isto considerando dados estruturados e não estruturados.

O Segundo “V” que é o de variedade conecta-se diretamente ao fato da grande diversividade de dados que atualmente é produzida, estão desde dados estruturados, normalizados dentro de uma organização até o dados do mundo externo, ou seja, os não estruturados que podem ser arquivos de imagens, blogs, redes sociais, etc  que quando capturados, gerenciados e analisados rapidamente, ajudam  as empresas a descobrir eventos e padrões que não seriam capaz de reconhecer antes.

O terceiro “V” de velocidade indica a frequência da produção deste dados e como hoje em dia o mundo está conectado e pesquisas do mercado apontam que em média cada pessoa adulta possui 4 dispositivos e que essa produção parte dos dados pessoais, os dados das organizações, os dados da sociedade em que estas organizações estão inseridas até os dados que o mundo inteiro produz, isso acontece quase que de forma instantanea.

O grande desafio em questão é: Como a sua empresa está se preparando para trabalhar com essa nova era de dados? Como sua empresa poderá tirar proveito disso e extrair informação revelante para o negócio? Ou melhor, como a sua empresa poderá potencializar os seus lucros através disso?

A resposta é trabalhar com uma plataforma de dados completa e integrada será um grande diferencial competitivo no mercado para se destacar e aumentar a sua receita.

 Microsoft tem inovado muito nesse sentido, vivendo uma nova era com uma série de lançamentos rescentes.

O SQL Server 2012 como uma plataforma completa e integrada traz para o mercado ofertas com cenários de interoperabilidade para que sua empresa possa sair na frente \o/

Destaque aqui para a nova versão do sistema operacional  “Windows Server 2012” que já possui conectores para trabalhar com hadoop(tecnologia open-source para trabalhar com dados não estruturados) o mesmo acontece com a solução de cloud computing “Windows Azure” as aquiteturas de referência do SQL Server  “Fast Track” e o portifólio de Appliances (hardwares parrudos que ja vem com a tecnologia instalada, pré – configurada mais o suporte técnico) vale ressaltar o PDW o Parallel Data Warehouse hoje a melhor oferta de aplliance da Microsoft com arquitetura de processamento paralelo (MPP) interoperabilidade com outros tecnologias não Microsoft e também os conectores para Haddop.

Por isso a visão é promover grandes sacadas de negócio para todos sob qualquer tipo de dado de qualquer tamanho e em tempo real!

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É ai pessoal, certamente voltaremos a falar mais sobre esse assunto, esse post foi só para começar \o/

Abs e até o próximo!
Lívia Sarto Santos.

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Licenciando o SQL Server 2012 – Part III

Hello Guys,
Bora dar continuidade a série Licenciando o SQL Server 2012 a gente já está na parte III huhu 😉

Conforme prometido hoje a gente vai ver quais edições são comercializadas dentro de cada modelo de licenciamento e tb como será o licenciamento para cenários virtuais…

A tabela a seguir mostra quais edições são comercializadas dentro de cada modelo de licenciamento:

 Perceba que a edição Enterprise que é a edição mais parruda da versão 2012, será comercializada somente dentro do modelo CORE, ou seja, não será comercializada por SERVER/CAL, vale ressaltar que se você licenciar a mesma com o SA (Software Assurance) você terá direito de virtualização ilimitado, podendo assim aproveitar o máximo da arquitetura do seu hardware e ter um maior retorno do seu investimento.

Já a nova edição chamada de Business Intelligence ao contrário da Enterprise será somente comercializada dentro do modelo SERVER/CAL permitindo assim que você pague de acordo com o seu crescimento, ou seja, como neste modelo se você precisar de uma licença de SERVER para o servidor e uma CAL de acesso para cada dispositivo ou usuário, a medida que o número de usuários do ambiente for aumentando você irá fazendo as aquisições das CALs de acesso.

Outra vantagem, é a flexibilidade de escalar horizontamente, por exemplo, se inicialmente você tem somente 1 servidor e 100 usuários, você deverá fazer a aquisição de uma licença de SERVER mais 100 CALs de acesso para o ambiente, porém se futuramente você adicionar mais um servidor a este cenário, você deverá fazer a aquisição de somente de mais uma licença de SERVER , isso por que a CAL dá o direito de acesso para o usuário a N ambientes que estejam executando o SQL Server, portanto um usuário com uma CAL de acesso poderá acessar mais de um servidor quando o mesmo estiver sendo licenciado dentro do modelo SERVER/CAL.

***Devo lembrar aqui que a CAL não é uma licença mais sim o direito do usuário/dispositivo acessar o ambiente.

Contudo,  a edição Standard por ser uma edição mais limitada é a única que poderá ser comercializada dentro dos dois modelos tando o CORE, quanto o SERVER/CAL, mais a dúvida agora deve ser…. Beleza e qual eu devo escolher neste caso???

Para essa resposta da uma olhada no post anterior em que eu explico cada um dos modelos de licenciamento e quanto um ou outro deve ser utilizado: https://liviasarto.wordpress.com/2012/02/21/licenciando-o-sql-server-2012-part-ii/ mas resumindo a resposta você deverá utilizar o SERVER/CAL somente em ambientes que vc tenha controle absoluto da quantidade de usuários/dispositivos que vão acessar o ambiente, caso contrário o modelo CORE é o mais indicado.

Legal e quanto a parte de virtualização???

Bora ver isso agora 😉

Licenciando cenários virtuais dentro do modelo CORE:

A grande vantagem neste modelo é que você paga somente pelo poder do hardware que você precisa, exemplo: Da uma olhadinha na imagem acima, neste cenário temos 1 servidor físico que é composto por 4 processadores físicos de oito núcleos cada (eight core), porém para o cenário projetado para o SQL Server 2012 não será usado todos os processadores físicos.

 Logo, foi criado duas máquinas virtuais (VMs) perceba que a VM1 possui 2 processadores lógicos de quatro núcleos lógicos cada e a VM2 tb possui dois processadores lógicos porém com 6 núcleos lógicos cada.

 Ao invés de licenciar todos os núcleos físicos dos processadores físicos, basta licenciar somente os núcleos lógicos das VMs, portanto, para a VM1 será necessária a aquisição de 8 licenças de núcleo (core) e para a VM2 será necessário a aquisição de 12 licenças de núcleo (core).

Considerações importantes:

  • Mínimo de 4 licenças de núcleo(core) para cada processador lógico.
  • Vc não precisa licenciar todos os núcleos(cores) físicos do ambiente.
  • Terá o direito de mobilidade de licença quando adquirir a mesma com o SA (isso a gente vai ver um pouco mais frente).
  • Disponível somente para as edições Enterprise e Standard do SQL Server 2012.

Galera, hj vou parar por aqui no próximo post a gente vai ver como licenciar cenários virtuais dentro do modelo SERVER/CAL e tb vamos entender  quais as vantagens de fazer a aquisição com o SA e usar a mobilidade de licença. 😉

Abs e até,

Licenciando o SQL Server 2012 – Part II

Galera, bora dar sequência a nossa série sobre como licenciar o SQL Server 2012:

Agora que a gente já sabe quais serão as edições comercializadas na nova versão, vamos entender o modelo de licenciamento:

O SQL Server 2012 será licenciado através de dois modelos: 

  • SERVER/CAL:

Dentro desse modelo, você licencia o servidor e a quantidade de usuários ou dispositivos que vão acessar o ambiente, ou seja, uma licença de Servidor para o Servidor e uma CAL para cada dispositivo (CAL por Dispositivo) e/ou usuário (CAL de Usuário) que acessar ou usar os serviços ou funcionalidades do SQL Server ou qualquer um de seus componentes (por exemplo, o SQL Reporting Services).

Exemplo: Para um servidor hospedando uma aplicação que será acessada por 30 usuários, vc deverá adquirir uma licença para o servidor e mais 30 calls de acesso, uma para cada usuário, independente da quantidade de interfaces que houver entre o banco e o usuário final, quando estiver utilizando este modelo.

  • CORE:

Neste modelo você deverá licenciar todos os núcleos(core) de todos os processadores físicos do servidor, considerando a regra de no mínimo 4 licenças de core para cada processador físico.

 Exemplo:

Veja a imagem a seguir:

Na primeira parte da figura acima, temos dois processadores físicos um composto por apenas um núcleo(core) e outro composto por dois núcleos(cores).

 Considerando a regra de que para cada processador físico é exigido no mínimo 4 licenças por núcleo, mesmo que o processador tenha menos que 4 núcleos a quantidade mínima a ser requerida são 4 por processador.

Portanto, para o processador físico composto de um núcleo será necessária a aquisição de 4 licenças por Núcleo, o mesmo acontece para o segundo processador que é composto por dois núcleos, tb será necessária a aquisição de 4 licenças por núcleo.

Na segunda parte da figura, temos processadores mais parrudos, com quantidade de núcleos igual ou maior que 4.

O primeiro processador físico é composto por 4 núcleos(cores) considerando que a regra mínima é de 4 licenças por núcleo para cada processador físico e que este a ser analisado possui 4 núcleos, logo a quantidade mínima requerida atenderá o licenciamento deste processador.

Já no processador físico composto por 6 núcleos será necessário a aquisição de 6 licenças por núcleo, lembre-se aqui estamos considerando a regra de no mínimo quatro licenças por núcleo para cada processador físico, logo o calculo fica = as 4 mínimas que são requisitadas mais 2 uma para cada núcleo do processador totalizando assim as 6 licenças por núcleo.

O mesmo acontece para o processador físico composto por oito núcleos, seguindo a regra de no mínimo 4 licenças por núcleo para cada processador físico, calculamos: as 4 minimas mais uma para cada núcleo restante, totalizando assim 8 licenças por núcleo(core) para licenciar este processador físico.

Galera, até aqui está mamão com açucar certo 🙂 a gente já sabe quais são as edições do SQL Server 2012 e os seus respectivos modelos de licenciamento, no próximo post vou explicar quais edições podem ser licenciadas dentro de cada um destes modelos e como será o licenciamento para ambientes virtuais. 🙂

Bom resto de carnaval e até o próximo.

Abs