Top 4 Dicas para iniciar sua capacitação em SQL Server 2012 !

Pessoal, boa tarde!

Faz tempo que vejo a galera perguntando, como começar a estudar o SQL Server 2012 separei aqui para vocês algumas fontes de recursos para que vocês possam iniciar essa jornada:

  1. MVA, ja houviu falar? Não? Então acessa agora o link do Microsoft Virtual Academy:

virtual_academy

http://www.microsoftvirtualacademy.com/training-courses/introducao-ao-sql-server-2012

***Treinamento online em português e gratuito produzido pelo time de produto em parceria com nossos MVPs, e no final você ainda tem direito a certificado digital.

  1. SQl Server 2012 Developer Training Kit, por uma perspectiva de desenvolvimento este treinamento traz videos, hands-on e documentos que apresentam as principais inovações do      SQL Server 2012:

TrainingKit

http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=27721

  1. Faça download de alguns exemplos de banco de dados para estudo através do Codeplex:

 Codeplax

http://msftdbprodsamples.codeplex.com/

  1. E pra fechar é claro o guia do produto, aqui você vai encontrar vários white papers, datasheets e  apresentações técnicas sobre o SQL Server 2012:

ProductGuide

http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=29418

Confira essas dicas que com certeza você vai começar com o pé direito 🙂

Boa sorte!
Lívia.

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O Grande poder do “E” do Windows Azure!

Pessoal, boa tarde!

Hoje tenho uma excelente notícia para compartilhar com vocês que sempre estão super antenados sobre Cloud Computing, como vocês sabem e já devem ter ouvido bastante em minhas palestras o SQL Server 2012 atua em 3 grandes pilares: Missão Crítica, BI e NUVEM Nos Termos dos Nossos Clientes, ou seja, nos seus termos!

Por isso, quando o assunto é nuvem seja privada ou pública (cloud computing) a gente para tudo e sai correndo pra ouvir  (risos) uma grande novidade é que hoje oficialmente temos a disponibilidade geral dos serviços de “IaaS” Infrastructure as a Service, ou no bom e velho português Infraestrutura como serviço: http://blogs.msdn.com/b/windowsazure/

E por isso hoje o Windows Azure traz o grande poder do “E” nossos clientes   não querem simplesmente remover ou trocar a infraestrutura atual para obter o benefício da nuvem; eles querem os pontos fortes dos investimentos locais (on-premises) e a flexibilidade da nuvem.

Não é apenas a conversa entre Infraestrutura como Serviço (IaaS) ou Plataforma como Serviço (PaaS), mas sim o poder dos Serviços de Infraestrutura e Serviços de Plataforma e cenários híbridos.

A nuvem deve ser um facilitador para a inovação, e uma extensão natural para o TI da sua empresa, ao invés de ser simplesmente uma maneira elegante de dizer que nuvem é uma infraestrutura barata e hospedagem de aplicações.

Agora umas das novidades mais sinistras \o/ deste anuncio são as novas instâncias com grande memória

(28 GB/4 core e 56 GB/8 core) para rodar suas cargas de trabalhos mais exigentes.

Aproveitando da só uma sacada nisso nós adicionamos um novo número de instâncias validadas baseadas em Microsoft na nossa lista, que inclui: SQL SERVER (\o/), Sharepoint, Biztalk Server e Dynamics NAV.

Agora pra fechar esse post com chave de ouro se você está interessado mesmo em aprender técnicamente como trabalhar com o Windows Azure, CORREEEEE pra garantir a sua vaga no bootcamp que foi lançado hoje fresquinho eim: http://www.eventick.com.br/GWAB-SaoPaulo-SP?fb_action_ids=10201028528019091&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map=%7B%2210201028528019091%22%3A533071416736542%7D&action_type_map=%7B%2210201028528019091%22%3A%22og.likes%22%7D&action_ref_map=%5B%5D

As inscrições são limitadas, NÃO PERCA TEMPO!!!

Abs e até o próximo.

Lívia.

Seja um DBA Multiplataforma!

Pessoal, boa noite!

Hoje vou falar de um assunto que realmente está transformando a experiência profissional de muitos administradores de banco de dados, os famosos “DBAs” e se você é um DBA que trabalha com a tecnologia Oracle você está na notícia certa!

Na nova era dos dados os DBAs possuem um grande desafio, trabalhar com pelo menos duas plataformas de banco de dados diferentes, e o ponto em questão para nós profissionais técnicos é: Como tirar proveito desse mercado promissor?

Primeiro entender esse mercado e segundo como podemos nos capacitar para se tornar um DBA MULTIPLAFORMA ou seja, a verdadeira “mosca branca” (risos) do mercado.

O Time de SQL Server da Microsoft apoia essa iniciativa e coloca a disposição dos DBAs uma série de recursos para auxiliar nessa grande transformação, desde estatísticas de mercado até a parte de capacitação.

Corra e aproveite essa GRANDE OPORTUNIDADE de ser um profissional diferenciado, acessa a matéria na íntegra:
http://www.microsofttienegocios.com.br/Post.aspx?Por+que+os+DBAs+precisam+ser+multiplataforma

Está na hora de inovar \o/ e bora evoluir pra isso acontecer!!!

Abs,
Lívia.

A nova era dos Dados – Big Data :-)

Olá pessoal e ai como vocês estão?

Hoje dediquei um tempinho para falar de um assunto que nem todo mundo conhece mais que já está bombando nas redes sociais, sim hoje vamos falar de Big Data \o/

Em diversos eventos tenho visto o pessoal comentando sobre Big Data uns acabam associando a expressão a cenários que apenas possuem um grande volume de dados, outros a cenários específicos como processamento em tempo real “streaminsight” ou ainda monitoramento nas redes socias, tais como twitter, facebook e etc.

O fato é que trata-se na verdade de um conceito que passa por algumas considerações, entre elas a questão dos 3 grandes “V’s”  aqui estamos falando de Volume, Variedade e Velocidade em alguns cenários chega a aparecer um 4° V que seria o “Valor” resultado dos 3 V’s anteriores.

bigdata1

O primeiro “V” que é o de volume e como o próprio nome já indica está associado ao volume de dados que é produzido em um ambiente, uma estatatística bastante interessante do IDC aponta que até a próxima década os dados vão aumentar cerca de 44 à 46 vezes mais, isto considerando dados estruturados e não estruturados.

O Segundo “V” que é o de variedade conecta-se diretamente ao fato da grande diversividade de dados que atualmente é produzida, estão desde dados estruturados, normalizados dentro de uma organização até o dados do mundo externo, ou seja, os não estruturados que podem ser arquivos de imagens, blogs, redes sociais, etc  que quando capturados, gerenciados e analisados rapidamente, ajudam  as empresas a descobrir eventos e padrões que não seriam capaz de reconhecer antes.

O terceiro “V” de velocidade indica a frequência da produção deste dados e como hoje em dia o mundo está conectado e pesquisas do mercado apontam que em média cada pessoa adulta possui 4 dispositivos e que essa produção parte dos dados pessoais, os dados das organizações, os dados da sociedade em que estas organizações estão inseridas até os dados que o mundo inteiro produz, isso acontece quase que de forma instantanea.

O grande desafio em questão é: Como a sua empresa está se preparando para trabalhar com essa nova era de dados? Como sua empresa poderá tirar proveito disso e extrair informação revelante para o negócio? Ou melhor, como a sua empresa poderá potencializar os seus lucros através disso?

A resposta é trabalhar com uma plataforma de dados completa e integrada será um grande diferencial competitivo no mercado para se destacar e aumentar a sua receita.

 Microsoft tem inovado muito nesse sentido, vivendo uma nova era com uma série de lançamentos rescentes.

O SQL Server 2012 como uma plataforma completa e integrada traz para o mercado ofertas com cenários de interoperabilidade para que sua empresa possa sair na frente \o/

Destaque aqui para a nova versão do sistema operacional  “Windows Server 2012” que já possui conectores para trabalhar com hadoop(tecnologia open-source para trabalhar com dados não estruturados) o mesmo acontece com a solução de cloud computing “Windows Azure” as aquiteturas de referência do SQL Server  “Fast Track” e o portifólio de Appliances (hardwares parrudos que ja vem com a tecnologia instalada, pré – configurada mais o suporte técnico) vale ressaltar o PDW o Parallel Data Warehouse hoje a melhor oferta de aplliance da Microsoft com arquitetura de processamento paralelo (MPP) interoperabilidade com outros tecnologias não Microsoft e também os conectores para Haddop.

Por isso a visão é promover grandes sacadas de negócio para todos sob qualquer tipo de dado de qualquer tamanho e em tempo real!

bigdata2

É ai pessoal, certamente voltaremos a falar mais sobre esse assunto, esse post foi só para começar \o/

Abs e até o próximo!
Lívia Sarto Santos.

PowerView no Novo Office com Excel

Desde o lançamento do SQL Server 2012 um dos recursos novos que mais chamaram a atenção foi o PowerView que na verdade faz parte do serviço Reporting Services que é ativado no Sharepoint para trazer a flexibilidade  da criação de consultas do tipo ad-hoc por pessoas da área de negócio sem conhecimento técnico algum utilizando uma interface Web, ou seja, trabalhando com o Internet Explorer.

A grande vantagem é que justamente por ser um recurso intuitivo possui uma interface muito parecida com a do Office o que torna o ambiente ainda mais familiar proporciondo assim uma melhor adoção pela tecnologia.

Com esse recurso é possível particarmos o Self-Service BI com visualizações ricas e poderosas trazendo o benefíco de obter Insights de forma rápida e abrangente.

Normalmente o pessoal pergunta ok Lí mais e ai o que são esses Insights???

Confesso que durante um tempo eu tentava explicar para as pessoas falando sobre a forma de enxergar novas perspectivas de négocio mais então um dos gerentes de produto de SQL Server do Brasil o Luis Neubauer me deu uma super dica:

Insights na verdade são grandes SACADAS !!!

A possibilidade de visualizar, cruzar e entender a informação que você está analisando e tirar proveito disso agregando valor para seu negócio e respondendo em tempo hábil as demandas de mercado.

Agora uma SUPER NOVIDADE é que esse mesmo recurso fascinante está incluído no Excel do Novo Office, da só uma olhadinha como está sensacional:

Abra o seu excel do Novo Office vá até a aba INSERT (INSERIR) e clique na opção POWERVIEW:

foto1

Veja um exemplo de relatório criado no PowerView com o Excel do Novo Office:

foto2

E inclusive no Excel com diferentes e ricas forma visualizações incluindo mapas:

foto3

Bom pessoal isso foi só pra começar e deixar um gostinho de quero mais pra vcs /!

Até o próximo post.

Abs,

Lívia

Licenciando o SQL Server 2012 – Part IV

Três Cenários e Respostas Imperdíveis!!!

Pessoal, boa noite!

No post de hoje não vou falar somente de um ou dois, mais três cenários que a galera no geral tem apresentado algumas dúvidas.
E a primeira coisa a dizer é “Calma” o licenciamento não é um bicho de sete cabeças… Rs
E com o SQL Server 2012 tudo ficou ainda mais fácil e simples! 🙂

Bora lá ver quais são:

1- Ambientes de Desenvolvimento.
A dúvida mais comun no primeiro cenário é: Como eu posso licenciar ambientes de desenvolvimento?
Resposta: O SQL Server 2012 possui uma edição chamada Developer que possui todas as funcionalidades da edição Enterprise, ou seja, é uma cópia fiel com exatamente tudo, porém só pode ser utilizada em ambientes de desenvolvimento, teste e homologação.
Existem algumas formas de adquirir a que eu normalmente recomendo é a aquisição através de uma assinatuda MSDN com Visual Studio que pode ser Professional, Premium ou Ultimate ou somente através do modelo Per/User que significa Por/Usuário assim cada usuário deverá receber uma licença, o servidor não precisa de licença e o usuário pode instalar cópias do produto em N dispositivos, desde que o propósito seja desenvolvimento, teste ou homologação. É extremamente importante ressaltar que essa edição NÃO pode ser executada em ambiente de produção de forma alguma.

2- Ambientes de Alta Disponibilidade e Missão Crítica.

Nesse cenário a questão chave sempre é: Eu preciso licenciar meu servidor passivo?
Resposta: Em todas as edições o SQL Server 2012 traz funcionalidades de alta disponibilidade como backup, log shipping ou mirroring, portanto se você tiver uma cenário ativo e passivo, a máquina ativa deve ser licenciada e a passiva não precisa, desde que não seja utilizado nenhum recurso da mesma, nem relatórios, componentes ou snapshots do produto, ou seja, absolutamente nada.
Quero destacar aqui se você tiver uma segunda máquina fazendo o também o papel de Passiva, esta deve ser licenciada.
Outro ponto aqui é que o SQL Server 2012 traz para o mercado uma nova solução de alta disponibilidade, completa, integrada e flexivel chamada de AlwaysOn que permite ativar até quatro máquinas secundárias, e todo mundo sempre pergunta e nesse caso, como fica?
Bom como as máquinas secundárias estão sendo utilizadas para melhorar a perfomance da principal e fazer o failover em caso de falha, ou seja, vários recursos estão sendo atualizados, estão é preciso licenciar todas as máquinas em uma situação como esta.
As imagens a seguir ilustram a explicação:

3- Migração dos clientes que estão no modelo Server/Cal da edição Enterprise para o licenciamento do SQL 2012.

Com certeza essa é a dúvida do momento. O SQL Server 2012 não comercializa a edição Enterprise no modelo Server/Cal  ela é somente vendida no modelo por Core. E agora você deve questionar: E como ficam os clientes que já possuem investimentos nesse modelo?

Resposta: Os investimentos que já foram feitos pelos clientes no SQL Server estão seguros, e o cliente com Software Assurance poderá atualizar para o SQL Server 2012 sem custo adicional.

Na renovação, o custo pode ser maior que o previsto. Haverá uma série de opções disponíveis para ajudá-los a planejar as mudanças:

a) O cliente poderá comprar o SQL Server 2012 Standard ou Business Intelligence através do modelo de licenciamento Servidor/CAL.

b) O cliente poderá comprar as licenças do SQL Server 2012 Enterprise Edition pelo licenciamento Servidor/CAL até o fim do contrato EA/EAP.

c) Após a renovação, o cliente que precisar de recursos de missão crítica ou data warehousing deve comprar a Enterprise Edition por meio do licenciamento baseado em núcleo ou usar a virtualização de banco de dados para otimizar suas necessidades de poder de processamento.

 *** Essa dúvida sempre aparece quando falamos dos modelos de migração do licenciamento anterior para o novo, então pessoal quem está no modelo por processador físico vai ser convertido em core e quem está no server/cal será mantido no mesmo, ou seja, que é server/cal não será convertido em core.

  Bom pessoal esses são os casos que o pessoal tem comentado mais dúvidas, espero que tenha ajudado.

 Abs e boa semana.
Lívia

SQL SERVER 2012 – xVelocity ColumnStore Index – Top 10 Questions!

Pessoal, boa noite!

Resolvi dedicar um pouquinho do meu tempo em plena vespera de feriado pra trazer pra galera algumas das questões que eu tenho ouvido com frequência em minhas apresentações  sobre  ColumnStore Index 🙂

Dúvidas frequêntes no momento da criação de um ColumnStore Index:

 1- O que é o  Xvelocity?
Resposta:  xVelocity pertence a familia de tecnologias do SQL Server que trabalha com otimização de memória na metodologia de in-memory.
Essa nova geração de tecnologias foi desenvolvida para trabalhar com extrema performance em hardwares modernos com multiplos cores(nucleos).
Duas tecnologias de exemplo que fazem parte dessa famlia:
xVelocity In-Memory Analytics Engine (usado no PowerPivot e no Analysis Services) e o xVelocity Memory-Optimized Columnstore Index (usado no SQL Server database).

 2- Como eu  posso criar um indice do tipo ColumnStore?
Resposta: Existem duas possibilidades: uma através de T-SQL com a linguagem padrão:
CREATE NONCLUSTERED COLUMNSTORE INDEX mycolumnstoreindex ON mytable (col1, col2, col3) ou seguindo pela interface gráfica conforme eu expliquei no post:
https://liviasarto.wordpress.com/2011/11/14/sql-server-2012-projeto-apollo-parte-v/

3- A ordem em  que eu adiciono as colunas ao novo tipo de índice importa?
Resposta: Não, na verdade o próprio indice tem um algotimo que é responsável por organizar e fazer a compressão dos dados.

  4- Um índice ColumnStore possui uma primary key (PK)?
Resposta
: Não, não ha possibilidade de se criar uma PK com ColumnStore Index.

  5- Qual é  quantidade de colunas que posso adicionar no meu ColumnStore Index?
Resposta: A mesma que é praticada em outros índices, ou seja, 1024. Normalmente vc deve colocar todas as colunas mais se não for necessário vc não precisa colocar, caso na sua tabela tenha alguma coluna com um tipo de dado que não é suportado no ColumnStore Index basta apenas omitir a mesma no momento da criação.

 6- Quais são os tipos de dados suportados no ColumnStore Index:
Resposta: int, big int, small int, tiny int, money, smallmoney, bit, float, real, char(n), varchar(n), nchar(n), nvarchar(n), date, datetime, datetime2, small datetime, time, datetimeoffset with precision <=2, decimal ou numeric with precision <= 18.

7- Agora sim talvez uma das dúvidas mais frequêntes: Quais os tipos de dados que NÃO  suportados?
Resposta: decimal or numeric with precision > 18, datetimeoffset with precision > 2, binary, varbinary, image, text, ntext, varchar(max), nvarchar(max), cursor, hierarchyid, timestamp, uniqueidentifier, sqlvariant, xml.

 8- Quanto tempo leva para fazer a criação do ColumnStore Index?
Resposta
: Fazer a criação de ColumnStore Index na verdade é uma operaçõ paralela, ou seja, depende da quantidade de CPUs disponíveis e da configuração que você definiu para MaxDop. Normalmente na demora 1.5 vezes mais quando comparado com o tempo de criação de outros indices tradicionais.

 9- Quanto de  memória é necessário para a criação de um ColumnStore Index?
Resposta:  Depende da quantidade  de colunas, das caracteristicas dos dados e tb do degree of parallelism (DOP).  O SQL Server vai requisitar a quantidade de memória concedida antes de fazer a criação do indice, se a quantidade de memória for insuficiente o SQL Server vai reduzir o DOP de acordo com a necessidade para fazer a criaçao do indice, caso ainda assim mesmo usando DOP= 1 não for possível então a criação do indice vai falhar.

 Existe uma regra(formula) para estimar o quanto de memória será necessário para a criação do índice:

Memory grant request in MB = [(4.2 *Number of columns in the CS index) + 68]*DOP + (Number of string cols * 34)

10- Posso criar um ColumnStore com filtros?
Resposta
: Não, o ColumnStore Index deve conter todas as linhas da tabela.

Ufaaa quase que não acabo rs, por hj é isso pessoal…

BOM FERIADO PARA TODOS!! HUHU 🙂 🙂 🙂

 Abs,
Lívia

III FÓRUM MICROSOFT PARA GERENTES DE SISTEMAS!

Pessoal, Boa noite!

Parada rápida para falar do III FÓRUM MICROSOFT PARA GERENTES DE SISTEMAS que acontece dia 29/05 em São Paulo, confira na íntegra exclusividades do lançamento do SQL Server 2012  o encontro promoverá debates sobre os desafios e tendências para a Gestão do ciclo de vida da aplicação, Gerenciamento de portfolio e projetos, Gestão e Análise de Dados, Big Data, Computação em Nuvem e CRM.

FAÇA SUA INSCRIÇÃO AGORA E GARANTA A SUA VAGA:
https://msevents.microsoft.com/cui/EventDetail.aspx?culture=pt-BR&EventID=1032514095&IO=D7C2u8aOd13ATm5ZNXtqWQ%3d%3d

 

Te encontro lá 🙂

Abs,
Lívia

Licenciando o SQL Server 2012 – Part III

Hello Guys,
Bora dar continuidade a série Licenciando o SQL Server 2012 a gente já está na parte III huhu 😉

Conforme prometido hoje a gente vai ver quais edições são comercializadas dentro de cada modelo de licenciamento e tb como será o licenciamento para cenários virtuais…

A tabela a seguir mostra quais edições são comercializadas dentro de cada modelo de licenciamento:

 Perceba que a edição Enterprise que é a edição mais parruda da versão 2012, será comercializada somente dentro do modelo CORE, ou seja, não será comercializada por SERVER/CAL, vale ressaltar que se você licenciar a mesma com o SA (Software Assurance) você terá direito de virtualização ilimitado, podendo assim aproveitar o máximo da arquitetura do seu hardware e ter um maior retorno do seu investimento.

Já a nova edição chamada de Business Intelligence ao contrário da Enterprise será somente comercializada dentro do modelo SERVER/CAL permitindo assim que você pague de acordo com o seu crescimento, ou seja, como neste modelo se você precisar de uma licença de SERVER para o servidor e uma CAL de acesso para cada dispositivo ou usuário, a medida que o número de usuários do ambiente for aumentando você irá fazendo as aquisições das CALs de acesso.

Outra vantagem, é a flexibilidade de escalar horizontamente, por exemplo, se inicialmente você tem somente 1 servidor e 100 usuários, você deverá fazer a aquisição de uma licença de SERVER mais 100 CALs de acesso para o ambiente, porém se futuramente você adicionar mais um servidor a este cenário, você deverá fazer a aquisição de somente de mais uma licença de SERVER , isso por que a CAL dá o direito de acesso para o usuário a N ambientes que estejam executando o SQL Server, portanto um usuário com uma CAL de acesso poderá acessar mais de um servidor quando o mesmo estiver sendo licenciado dentro do modelo SERVER/CAL.

***Devo lembrar aqui que a CAL não é uma licença mais sim o direito do usuário/dispositivo acessar o ambiente.

Contudo,  a edição Standard por ser uma edição mais limitada é a única que poderá ser comercializada dentro dos dois modelos tando o CORE, quanto o SERVER/CAL, mais a dúvida agora deve ser…. Beleza e qual eu devo escolher neste caso???

Para essa resposta da uma olhada no post anterior em que eu explico cada um dos modelos de licenciamento e quanto um ou outro deve ser utilizado: https://liviasarto.wordpress.com/2012/02/21/licenciando-o-sql-server-2012-part-ii/ mas resumindo a resposta você deverá utilizar o SERVER/CAL somente em ambientes que vc tenha controle absoluto da quantidade de usuários/dispositivos que vão acessar o ambiente, caso contrário o modelo CORE é o mais indicado.

Legal e quanto a parte de virtualização???

Bora ver isso agora 😉

Licenciando cenários virtuais dentro do modelo CORE:

A grande vantagem neste modelo é que você paga somente pelo poder do hardware que você precisa, exemplo: Da uma olhadinha na imagem acima, neste cenário temos 1 servidor físico que é composto por 4 processadores físicos de oito núcleos cada (eight core), porém para o cenário projetado para o SQL Server 2012 não será usado todos os processadores físicos.

 Logo, foi criado duas máquinas virtuais (VMs) perceba que a VM1 possui 2 processadores lógicos de quatro núcleos lógicos cada e a VM2 tb possui dois processadores lógicos porém com 6 núcleos lógicos cada.

 Ao invés de licenciar todos os núcleos físicos dos processadores físicos, basta licenciar somente os núcleos lógicos das VMs, portanto, para a VM1 será necessária a aquisição de 8 licenças de núcleo (core) e para a VM2 será necessário a aquisição de 12 licenças de núcleo (core).

Considerações importantes:

  • Mínimo de 4 licenças de núcleo(core) para cada processador lógico.
  • Vc não precisa licenciar todos os núcleos(cores) físicos do ambiente.
  • Terá o direito de mobilidade de licença quando adquirir a mesma com o SA (isso a gente vai ver um pouco mais frente).
  • Disponível somente para as edições Enterprise e Standard do SQL Server 2012.

Galera, hj vou parar por aqui no próximo post a gente vai ver como licenciar cenários virtuais dentro do modelo SERVER/CAL e tb vamos entender  quais as vantagens de fazer a aquisição com o SA e usar a mobilidade de licença. 😉

Abs e até,

Licenciando o SQL Server 2012 – Part II

Galera, bora dar sequência a nossa série sobre como licenciar o SQL Server 2012:

Agora que a gente já sabe quais serão as edições comercializadas na nova versão, vamos entender o modelo de licenciamento:

O SQL Server 2012 será licenciado através de dois modelos: 

  • SERVER/CAL:

Dentro desse modelo, você licencia o servidor e a quantidade de usuários ou dispositivos que vão acessar o ambiente, ou seja, uma licença de Servidor para o Servidor e uma CAL para cada dispositivo (CAL por Dispositivo) e/ou usuário (CAL de Usuário) que acessar ou usar os serviços ou funcionalidades do SQL Server ou qualquer um de seus componentes (por exemplo, o SQL Reporting Services).

Exemplo: Para um servidor hospedando uma aplicação que será acessada por 30 usuários, vc deverá adquirir uma licença para o servidor e mais 30 calls de acesso, uma para cada usuário, independente da quantidade de interfaces que houver entre o banco e o usuário final, quando estiver utilizando este modelo.

  • CORE:

Neste modelo você deverá licenciar todos os núcleos(core) de todos os processadores físicos do servidor, considerando a regra de no mínimo 4 licenças de core para cada processador físico.

 Exemplo:

Veja a imagem a seguir:

Na primeira parte da figura acima, temos dois processadores físicos um composto por apenas um núcleo(core) e outro composto por dois núcleos(cores).

 Considerando a regra de que para cada processador físico é exigido no mínimo 4 licenças por núcleo, mesmo que o processador tenha menos que 4 núcleos a quantidade mínima a ser requerida são 4 por processador.

Portanto, para o processador físico composto de um núcleo será necessária a aquisição de 4 licenças por Núcleo, o mesmo acontece para o segundo processador que é composto por dois núcleos, tb será necessária a aquisição de 4 licenças por núcleo.

Na segunda parte da figura, temos processadores mais parrudos, com quantidade de núcleos igual ou maior que 4.

O primeiro processador físico é composto por 4 núcleos(cores) considerando que a regra mínima é de 4 licenças por núcleo para cada processador físico e que este a ser analisado possui 4 núcleos, logo a quantidade mínima requerida atenderá o licenciamento deste processador.

Já no processador físico composto por 6 núcleos será necessário a aquisição de 6 licenças por núcleo, lembre-se aqui estamos considerando a regra de no mínimo quatro licenças por núcleo para cada processador físico, logo o calculo fica = as 4 mínimas que são requisitadas mais 2 uma para cada núcleo do processador totalizando assim as 6 licenças por núcleo.

O mesmo acontece para o processador físico composto por oito núcleos, seguindo a regra de no mínimo 4 licenças por núcleo para cada processador físico, calculamos: as 4 minimas mais uma para cada núcleo restante, totalizando assim 8 licenças por núcleo(core) para licenciar este processador físico.

Galera, até aqui está mamão com açucar certo 🙂 a gente já sabe quais são as edições do SQL Server 2012 e os seus respectivos modelos de licenciamento, no próximo post vou explicar quais edições podem ser licenciadas dentro de cada um destes modelos e como será o licenciamento para ambientes virtuais. 🙂

Bom resto de carnaval e até o próximo.

Abs